Os bosques, os trenós, os hotéis e o aconchego da estação atraem mais que as próprias pistas. O lugar é para quem quer relaxar ou está a procura de outras atividades além do esqui.
Em Termas de Chillán, a estação se organizou nas encostas de dois vulcões: os Chillán Velho e Jovem. A base fica a menos de
1 700 metros, altitude que comporta árvores frondosas. A estação oferece muitas atividades outdoor e esquiar não é a principal, como é o caso de Portillo.
Suas pistas não garantem grandes emoções aos mais experientes. Os fora-de-pista não são muito radicais nem os teleféricos muito novos. Para se tornar competitiva em relação a Portillo e até a Valle Nevado, a maior estação chilena, Chillán investiu numa estrutura hoteleira de primeira. Aposta certa para um lugar sossegado e belo por natureza, onde a paisagem, com bosques, é um dos pontos altos.
São as fontes termais, entretanto, o it da estação, e uma das coisas que fazem o Gran Hotel Chillán - o cinco-estrelas detentor de um competente spa - ser a maravilha que é. Mais sobre Termas de Chillán em Viagem e Turismo
Como chegar
Portillo fica ao norte de Santiago; Termas de Chillán, ao sul. E, embora Portillo esteja mais próxima (164 km) da capital, é mais fácil chegar a Chillán, assistida por dois aeroportos, o de Chillán, a 82 km, e o de Concepción, a 145 km. Na Lan, voar de São Paulo para qualquer um deles sai desde US$ 654. Outra opção é voar a Santiago e fazer o percurso de trem (4h30, US$ 22). TAM e Lufthansa têm as melhores tarifas: desde US$ 562 e US$ 565, respectivamente. Na Varig e na Lan, sai desde US$ 583. Da capital para Portillo, há ônibus (US$ 90, ida e volta, só aos sábados). Um carro para até três pessoas sai a US$ 280 (ida e volta). Na Portillo Tours & Travel (263-0606). Consulte seu agente de viagens.